O ano letivo mal começou e a Escola Municipal Antônio Bastos de Miranda já apresentou os talentos e estrelas para sua comunidade!! Pois é, a primeira semana de aula encerrou-se, no período matutino, com atividades especiais: foram ministradas quatro oficinas - dramatização, música, artes visuais e dança - para que os estudantes pudessem "se amostrar" à vontade!! E claro, eles não deixaram a oportunidade passar...
O resultado? Lindas apresentações que foram um sucesso!
Para os nossos pequenininhos teve um baile de carnaval muito do animado, que não deixou ninguém ficar parado!!
quarta-feira, 8 de março de 2017
2017,
Alunos,
Eventos,
Fotos
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Início de ano bombando na Antônio Bastos!!
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Escola Antônio Bastos
Ano novo, tudo novo!! Foi nesse espírito de novidades e renovação que a Escola Municipal Antônio Bastos de Miranda iniciou, no período matutino, as suas atividades no ano de 2017, no último dia 02 de março. Na ocasião, os estudantes das turmas do Fundamental II (6º a 9º anos), juntamente com funcionários, professores e toda a equipe gestora, ouviram as boas vinda da diretora Joseneide Andrade e foram convidados a cantar, perfilados, o Hino Nacional Brasileiro e o Hino da cidade de Senhor do Bonfim.
Logo em seguida, todos foram conduzidos para o interior da escola, onde assistiram aos melhores momentos do ano anterior (e os alunos adoraram se ver como as estrelas dos projetos e eventos da escola!!). Também, juntamente com os professores, após assistirem a um vídeo norteador, discutiram a seguinte questão: "A escola é chata? Por quê?". A maioria expressou a opinião de que na verdade a escola não é um ambiente chato, pelo contrário, mas precisa de algumas melhorias. É claro que essas sugestões serão acatadas pela direção/coordenação e professores para os planejamentos do decorrer do ano.
No final, todos fazer um delicioso lanche!!
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Escola Antônio Bastos
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Alunos,
Fotos,
Jogos Escolares,
Projeto Olimpíadas
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Abertura dos Jogos Escolares
Como
não poderia ficar de fora do projeto, no dia 19 de outubro demos início
oficialmente aos Jogos Escolares, com o desfile pela ruas da comunidade de Missão do Sahy. Teve até tocha
olímpica!! Estiveram presentes o casal olímpico Allef e Kelly, do 6º ano A, os alunos atletas e os
professores. Para finalizar, todos cantaram o Hino Nacional. Mais uma ação que movimentou a escola.
Veja todas as fotos em nossa página no Facebook: facebook.com/escolaantoniobastos
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Escola Antônio Bastos
E o nosso projeto "Olimpíadas: Tecendo Relações" continua a todo vapor!!! No dia 14 de outubro foi finalizada mais uma etapa, a elaboração de paródias sobre a história da comunidade de Missão do Sahy. E, claro, os alunos foram bem criativos. Foram muitas as versões para o hit "Malandramente", mas a paródia vencedora foi feita usado a canção "Flor e o Beija-flor", cantada pela dupla Henrique e Juliano por base. Composta pelas alunas Heloísa, Stella, Luendy e Ana Letícia, do 6º ano A, a versão foi defendida com muita meiguice, delicadeza e beleza pelas compositoras. Foi Show!!
Mas as outras equipes também estão de parabéns pelo trabalho e esforço!!
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| Alunos aguardando as apresentações |
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| Equipe Vencedora |
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| Equipe representando o 9º ano |
Veja todas as fotos em nossa página no Facebook: facebook.com/escolaantoniobastos
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quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Artigo,
Maria de Fátima,
Professores
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Artigo: Equívoco ou Realidade?
A história
e cultura de Missão do Sahy vista por ângulos diferentes, quem mora fora e quem
mora dentro da comunidade: "Missão do Sahy é uma comunidade remanescente
indígena, embora seja importante ressaltar que, com nenhum registro oficial de
reconhecimento que faça ou estimule seus habitantes a reconhecer-se e
assumir-se indígenas, sobretudo “alimentar” o sentimento de
pertencimento"
Penso que assumir-se ou considerar-se indígena,
especialmente acima do reconhecimento identitário, é assumir posturas e
refirmar essa identidade em todas as esferas ou etapas da vida, em sua
complexidade e diversidade. Isso quando o sujeito é reconhecido, identificado e
sente-se pertencente a uma determinada etnia, que assegure através de dados
oficiais e outros do gênero, essa identidade, não simplesmente dizer-se remanescente
de maneira vaga, em meio a tantas controvérsias e incompatibilidades dos poucos
registros que se tem sobre o passado indígena da comunidade, e as falhas memórias
de um povo, tornando ainda mais difícil o reconhecimento das identidades, através
de meios tão incipientes de pertencimento indígena, a não ser em seu sentido
mais amplo, como sabemos das várias etnias que constituem o povo brasileiro.
O ser e reconhecer-se indígena independe do contexto escolar
e sobretudo nos mais diversos e diferenciados aspectos ou culturas, permanecer
e reconhecer-se indígena porque se é indígena, através de etnia reconhecida,
oficializada, legítima e não simplesmente por “achar", sem certeza, sem
oficialidade, sem comprovação, isso torna o processo identitário de
pertencimento mais lento, quando não, em desacreditado.
Missão do Sahy é uma comunidade remanescente indígena,
embora seja importante ressaltar que, com nenhum registro oficial de
reconhecimento que faça ou estimule seus habitantes a reconhecer-se e assumir-se
indígenas, sobretudo “alimentar” o sentimento de pertencimento.
Essas questões ainda precisam ser estudadas, aprofundadas e
acima de tudo comprovadas a fim de que seus
habitantes conheçam sua história, suas raízes e sua cultura fortalecendo
assim a aquisição e apropriação de conhecimentos relevante. E que não somente o
estudante da comunidade conheça ou entenda sua própria história para sentir-se
parte dela, mas deve ser imperioso a socialização
e o compartilhamento de saberes com toda a comunidade, das gerações mais
antigas às mais jovens.
A escola é ainda o único espaço onde se discutem essas
questões ou problemáticas, do reconhecimento e pertencimento indígena na
referida comunidade. Refiro-me a problema porque se torna mais difícil admitir,
ao meu ver, uma identidade indígena, somente através de registros ou relatos de
memórias por alguns dos moradores mais antigos de Missão do Sahy, e quando não
raro, esses relatos são proferidos e acompanhados de alguns adjetivos: vazios, imprecisos ,incipientes e
incompatíveis com alguns dos também raros e imprecisos registros oficias.
Esses desencontros de maneira negativa contribuem para o retardamento
do processo de reconhecimento e pertencimento indígena da comunidade, uma vez
que esta já existe há bastante tempo, sendo compreensível (ou não) o enfraquecimento
desse processo de busca de resgate cultural.
A cultura vivida na comunidade, não se reporta ou não contém
traços perceptíveis de cultura indígena, mas assemelha-se normalmente a outras
culturas de outros lugares (a cultura de massa), e que não são objetivamente a cultura indígena, como
muitos supõem, fator que comprova a perda do seu patrimônio cultural indígena e
sua verdadeira negação.
As questões referentes ao índio na escola, é trabalhado em seu contexto amplo e geral, fazendo uma integração
ou ligação com a história da comunidade, uma vez que não se dispõe de nenhuma
material histórico e concreto oficial para se trabalhar esta cultura e memória
indígenas locais, a não ser os vestígios de memórias, relatados por pessoas
mais antigas da comunidade.
Penso que trabalhar a cultura indígena, assim como a cultura
africana, deve ser vista de outra forma, por outro ângulo, socializada,
integrada com a história geral e do Brasil, pois na maior parte das vezes
parece ainda ser tratada com distinção, separadamente, e esta segregação no ensino/aprendizagem
destas culturas parece ser incoerente, se formos pensar a partir da origem e da
constituição do povo brasileiro.
Entendo a temática do trabalho indígena, independentemente
de temática transversal ou “Imposição de Currículo”, mas a partir da necessidade,
da pertinência de se trabalhar essas questões independentemente repito, de série
ou datas comemorativas. A importância do trabalho com estas temáticas
/Culturas, não deve ter tempo ou data especifica, nem mesmo local, como sendo
somente a escola, mas é importante sobretudo a discussão em outros espaços também,
por tratar de assuntos tão importantes e atuais.
É importante salientar ainda, que estas devem ser
trabalhadas no tempo em que houver necessidade, e não de maneira isolada,
somente nas aulas de História e Cultura Afro se tornado até
fragmentado esse processo, mas em todas as disciplinas há sim a
possibilidade de se trabalhar estas temáticas, de maneira inter e transdisciplinar .
O negro, o índio e o branco
culturas precisam ser conhecidas, descobertas e constatadas de maneira
mais profunda e responsável de forma que não reforce preconceitos, mas que
fortaleça e promova mais igualdade, conhecendo para eliminarmos conceitos pré-estabelecidos
que as vezes temos com o negro e o indígena.
Quanto à obrigatoriedade de se trabalhar a disciplina Cultura
Afro, a nossa escola já contempla e cumpre a lei, embora ainda não disponha de
subsídios e meios afins para se trabalhar essa disciplina, bem como material
necessário e outros recursos, dispomos de meios tecnológicos(alguns) e internet
como único recurso para estudar e trabalhas essa disciplina.
Em relação à formação do professor, penso que deve ser contínua,
não somente nesta disciplina, mas em todas as outras. O hábito e o prazer pela
leitura, estudo e descoberta de novos
fazeres e saberes é condição indispensável para qualquer educador que se
coloca no campo da escola, na transmissão e mediação do conhecimento.
Curso específico nenhum capacitará plenamente o professor,
será sempre subsídio, bagagem, uma vez que, o conhecimento se adquire de várias
formas e por vários meios, sobretudo na interação aluno/professor,
ensino/aprendizagem.
Todo tema ou questão de relevância universal/ social, deve
ser travado, discutido, esclarecido para instrumentalizar o aluno, de forma que
capacite-o a agir com sensibilidade e coerência diante de tantos embates sociais.
A escola discute a sociedade, estuda as suas formas, relações,
posições, para assim, “conscientizar” e auxiliar o aluno a se posicionar, olhar
de maneira crítica o mundo a sua volta para se posicionar da maneira que lhe
for conveniente e (dependendo do seu senso), a saber adentrar, opinar, e
situar-se em uma sociedade, da qual também faz parte e também é protagonista.
Sendo assim, é neste aspecto que se discute temas de
relevância social, para que de posse deste conhecimento, do entendimento do que
se esta por trás de cada ideologia, compreender e posicionar-se de maneira que
não contribua para a alienação do sujeito, valorizando outras culturas em detrimento
da sua, mas que sinta-se pertencente e orgulhoso, por conhecer e valorizar a sua própria respeitando as
demais.
É importante um trabalho voltado para a comunidade de Missão
do Sahy, que perpasse o currículo escolar, pois esta história cultural vai além
dos muros da escola e não é somente nela que se discute ou se deve trabalhar.
A identidade indígena não é assumida na escola, porque ainda
não é assumida antes, na própria comunidade e a escola está dentro da
comunidade, sendo assim relevante um trabalho voltado para a comunidade para
que esta, esclarecida e fortalecida, contribua com o trabalho da escola e vice-versa,
que a escola assim contribua com a comunidade.
Espera-se com isso, com os vários e múltiplos diálogos e conhecimentos
que se possa adquirir a partir da história local, colaborar de maneira direta,
concreta, com a formação não só dos alunos, mas de todos os habitantes. Lutar,
conhecer coletivamente para que fortalecidos possam legitimar o reconhecimento
e o sentimento de pertencimento identitário
indígena, fatores que cooperarão significativamente para a educação e
emancipação da comunidade.
O cidadão conhecedor de sua história, de suas raízes,
certamente ultrapassará os muros da escola, se capacitará para sair da teoria e
adentrar na sociedade de maneira prática, concreta, atuante e crítica.
Por
Maria de Fátima Souza Oliveira Freitas, pedagoga, especialista em Educação do
Campo e Pedagogia Histórico-Crítica.
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Escola Antônio Bastos
Nas próximas semanas serão realizados em nossa escola os Jogos Interclasse, como parte de nosso Projeto: "Olimpíadas: Tecendo Relações". E já foi escolhido o casal mais bonito da escola para representar esse espírito de competições. Os alunos do 6º ano A Allef Malta e Kelly Nobre. Olhem só a beleza dos dois:
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Escola Antônio Bastos
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Cartazes,
Fotos,
Produção de Textos,
Projeto Olimpíadas
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Encerramento da 1ª fase do projeto
No dia 02.09.2016 ocorreu na escola a finalização da primeira etapa do projeto "Olimpíadas: Tecendo Relações". Nas semanas anteriores, os professores trabalharam com os estudantes o tema "Lixo eletrônico" e o resultado dessas discussões foi a produção e apresentação de cartazes, sendo quatro em cada turma.
Dos 20 cartazes produzidos, será escolhido o melhor. Este irá participar da fase final do projeto.
(Confira mais fotos em nossa Página no Facebook)
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